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MENSAGEM PARA PESSOAS ESPECIAIS - Salvador/Bahia, 2007

SET14 MENSAGEM PARA PESSOAS ESPECIAIS - Salvador/Bahia, 2007
Postada em 14/09/2007 às 10h01.

Tenho guardado na memória e no coração:
Cada olhar brilhante que trocamos,
Cada sorriso feliz que sorrimos...
Cada aperto de mão que nós demos ...
Cada mensagem enviada,
Cada palavra dita...
Cada lágrima de alegria chorada

E cada música ouvida
E cada conversa que tivemos
Dentro da amizade,
cumplicidade e afinidade tão grandes...

Seria uma emoção de invadir o coração..
Saber que você guarda sempre em sua memória:
Que eu te amei, te amo e te amarei...
Pois não há distância que afaste um grande amor...
Nem tempo que faça esquecê-la (o)..
Nem barreiras que não sejam vencidas por Deus...

Mesmo que hoje você não consiga ver que é especial...
Você é muito especial prá mim
Te Amo...
(autor desconhecido)

ACONTECEU:

Presença constante na Bienal do Livro desde 1999, quando lançou diversas publicações ao lado de seus parceiros do Casseta & Planeta, Bussunda foi homenageado no primeiro dia de exposição, na noite de quinta-feira (13), no Café Literário, no Riocentro, zona oeste do Rio. O humorista, que faleceu em junho de 2006, durante a Copa do Mundo, foi relembrado com humor e saudade.

“A saudade que sentimos dele é constante. Mas nossas lembranças são sempre alegres. Não tem como falar em Bussunda sem dar boas gargalhadas”, diz Hubert.

Angélica e Júlia, mulher e filha do humorista, também participaram da homenagem.

“Ficamos muito felizes, a falta que ele faz é total, mas vamos seguindo, levando a vida da maneira como ele sempre quis. A lembrança que temos mais forte é o bom humor constante dele, que só mudava por causa do Flamengo” entrega Angélica.

Marcelo Madureira e Hélio De La Peña também participaram da homenagem, relembrando causos de Bussunda, os personagens marcantes que ele fez no programa de tevê e principalmente, a amizade que eles mantinham.

Fonte: www.ofuxico.com.br

FIQUE SABENDO:

A cantora Simone gravou ontem participação especial em Paraíso Tropical. Presente na trilha sonora da novela com a música Existe um Céu, Simone cantou ao som do piano de Francis Hime. Na platéia, Wanessa Camargo com o maridão Marcos Buaiz, Daniela Mercury, Emílio Santigo e parte do elenco. A cena está prevista para ir ao ar na quinta-feira.

Fonte: Jornal do Estado

COISAS DA BAHIA:

Meio Bethânia, meio Andrucha Waddington. A parceria entre o cineasta e a cantora, às vésperas do aniversário de 60 anos dela, em 18 de junho de 2006, rendeu o documentário Maria Bethânia – Pedrinha de Aruanda, que entra em cartaz hoje, na Saladearte-Ufba, dois dias antes do aniversário de 100 anos de dona Canô, mãe da artista de Santo Amaro. Daqui a duas semanas, o filme já estará disponível também em DVD, em edição que traz também Bethânia bem de perto, curta de Júlio Bressane e Eduardo Escorel gravado em 1966. Presente para os fãs que nunca perdem a esperança de descobrir um pouco mais da reservada intimidade de uma das maiores intérpretes brasileiras.

Foi a própria Bethânia quem convidou Andrucha para registrar as comemorações, a começar por um show na Concha Acústica. Depois, vieram Santo Amaro (a cidade natal), dona Canô (a mãe), Caetano Veloso (o irmão) e o diretor musical Jaime Alem. Estava pronto o cenário, entre o palco e sua cidade natal, e presentes os personagens para uma festa íntima registrada por uma equipe montada às pressas. Pela característica inusitada do projeto, resultado do irrecusável convite de última hora da cantora, o diretor preferiu se deixar guiar pela homenageada e preservar a doméstica espontaneidade do grupo.

Da Concha Acústica – o longa abre com a interpretação de Gitã, seguida do Parabéns do público – para o camarim, Andrucha inicia o passeio pela imperscrutável intimidade de Bethânia, da concentração para cantar aos pequenos rituais religiosos. Em Santo Amaro, a filha da terra o guia por lugares que marcaram sua infância e adolescência – da estação de trem à Cachoeira da Mãe Oxum –, e para uma seresta em família, na varanda da casa. Aparecem aí clássicos como Gente humilde (Garoto, Vinícius de Moraes e Chico Buarque), Felicidade (Lupicínio Rodrigues) e a Tristeza do Jeca (Angelino de Oliveira). No carro, Caetano dirige para Salvador, com Bethânia ao lado, guiados ainda por lembranças da infância.

Os 40 anos que separam Pedrinha de Aruanda de Bethânia bem de perto deixou aberto no tempo, também, um espaço para o registro de outras memórias musicais da cantora. O filme de Bressane registra a chegada da cantora ao Rio de Janeiro, convidada por Nara Leão para substituí-la no show Opinião, ao lado de Zé Keti e João do Vale. Estão lá passeios pela cidade, a intimidade de sua casa e sua estréia. Foi, inclusive, em uma das apresentações do Opinião que ela fez a memorável interpretação de Carcará.

Em Saravah (1969), de Pierre Barouh, também é a jovem Bethânia que aparece, aos 21 anos, dividindo espaço com os senhores Pixinguinha e João Baiana, com o também jovem Paulinho da Viola e com Baden Powell, num luxuoso intermédio entre as gerações. Uma Bethânia inesquecível está também em Os doces bárbaros (Jom Tob Azulay, 1977), com suas performances ao lado de Caetano, Gilberto Gil e Gal Costa. Momentos esses em parte revividos em (Outros) Doces Bárbaros (do próprio Andrucha, em 2004), que inclui ensaios, bastidores e trechos dos shows de dezembro de 2002 no Parque do Ibirapuera e na Praia de Copacabana, que voltou a reunir o grupo. Já Música é perfume (Georges Gachot, 2005) convida ao seu universo musical. Nada, porém, que a coloque literalmente em casa, como faz Pedrinha de Aruanda.

A pouca preocupação com a luz, imagens que perdem o foco e a câmera por vezes instável foram alguns detalhes captados na gravação em 16 milímetros, assumidos e preservados por Andrucha no processo de montagem, imprimindo um tom caseiro do registro.

O resultado, com 61 minutos, já mostrado no festival de documentários É Tudo Verdade (em março, no Rio de Janeiro), tem provocado divisão de opiniões, sobre se o formato é ou não adequado para exibição em salas de cinema, tamanha a anunciada falta de pretensão e o caráter intimista da proposta. A seu favor, conta o interesse de uma enorme parcela do público por tudo o que diz respeito a Bethânia, uma platéia que certamente terá grande prazer em compartilhar do bate-papo informal, da cozinha, gestos, olhares e silêncios da família Velloso.

Fonte: www.correiodabahia.com.br/folhadabahia

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Jonaval Freire

Jonaval Freire

39 anos, solteiro(a)
Salvador / BA

: P

*"MR.JONAS Atividade Física Personalizada"*